Uber e Lyft, empresas de transporte alternativo por aplicativo, retiraram a obrigatoriedade de arbitragem para resolver denúncias de assédio ou agressão sexuais, o que dá às vítimas várias opções para prosseguir com suas queixas, incluindo ações civis públicas.

A iniciativa da Uber vem depois de vários grandes escândalos e é um passo, de acordo com vários especialistas legais, na direção certa, mas não trata de ações judiciais coletivas.

O presidente-executivo do Uber, Dara Khosrowshahi, divulgou uma série de medidas de segurança para restaurar a marca e a imagem do Uber desde que assumiu o cargo em agosto de 2017.

Anteriormente, as vítimas eram obrigadas a firmar acordos de confidencialidade como parte da arbitragem para encerrar as demandas, o que impedia que elas falassem publicamente sobre os fatos relacionados a qualquer agressão sexual ou assédio.

Agora, as vítimas podem resolver as queixas por meio de:

A Lyft também removeu a exigência de confidencialidade das vítimas de violência sexual e acabou com a arbitragem obrigatória para os indivíduos. “Esta política se estende aos passageiros, motoristas e funcionários da Lyft”, afirmou.

Jeanne Christensen, advogada da Wigdor LLP que tem lidado com casos de assédio sexual contra o Uber, concordou com a medida.



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