Falcon 9, foguete da SpaceX, durante decolagem. (Foto: Divulgação/SpaceX)Falcon 9, foguete da SpaceX, durante decolagem. (Foto: Divulgação/SpaceX)

Falcon 9, foguete da SpaceX, durante decolagem. (Foto: Divulgação/SpaceX)

A SpaceX lançou na madrugada de terça-feira (6) seu foguete Falcon 9 para colocar em órbita um satélite de telecomunicações e banda larga.

Este foi o 50° lançamento do foguete Falcon 9, número que estabelece um marco pela rapidez com a qual a empresa aeroespacial americana consegue repetir suas viagens ao espaço.

O foguete transportava um foguete da empresa espanhola Hispasat. A decolagem ocorreu às 5h33 da base de Cabo Canaveral, na Flórida.

O satélite foi colocado em órbita geoestacionária, a 36 mil km de altitude, após 33 minutos de voo, anunciou a SpaceX.

“Com seis toneladas e quase o tamanho de um ônibus, este será o maior satélite geoestacionário que já transportamos”, escreveu na véspera no Twitter Elon Musk, o presidente-executivo da SpaceX.

O primeiro voo do Falcon 9 aconteceu em 2010. Desde então, a empresa com sede na Califórnia se tornou a transportadora de mantimentos da Estação Espacial Internacional (ISS) e lançou satélites comerciais e até cargas secretas do governo americano.

A SpaceX tenta reduzir os custos dos voos espaciais com a reutilização das partes mais caras dos aparelhos, ao invés de atirá-las no oceano após cada lançamento. Isto é possível porque a empresa consegue pousar de forma vertical em terreno sólido ou em plataformas no mar.

Nesta terça-feira, no entanto, a SpaceX anunciou que não tentou realizar a manobra em consequência das condições meteorológicas.

A SpaceX lançou o Falcon 9 com sucesso em 18 oportunidades em 2017. O número é o dobro de voos dos melhores momentos do Atlas V (2014 e 2015) e que o número máximo de lançamentos dos ônibus espaciais em 1985, o ano mais prolífico deste programa da Nasa.



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