Sabe aquela sensação de acordar, saber que sonhou com algo realmente incrível, mas não se lembrar?

O neurocientista Aaron Horowitz, mestrando no Laboratório de Interfaces Fluidas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) —um dos mais importantes do mundo—, desenvolveu um dispositivo que é capaz de gravar sonhos.

O Dormio, como é chamado, usa sensores para saber quando a pessoa começa a adormecer e a desperta levemente, acionando um app no celular, que faz perguntas relativas ao sonho e grava as respostas, antes de deixá-la cair em um sono profundo.

O protótipo explora a hipnagogia, um estado mental entre o sono e a vigília quando, segundo entusiastas, surgem boas ideias e soluções. 

O pintor surrealista Salvador Dalí e o inventor Thomas Edison eram praticantes da soneca criativa. Eles costumavam cochilar segurando uma bola de ferro nas mãos. Assim que começavam a adormecer, a bola caía e eles despertavam para anotar seus sonhos. Horowitz atualizou a prática para o século 21.



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