O posicionamento da empresa foi uma resposta a uma carta, assinada por mais de 4 mil de seus funcionários. Eles condenavam a tentativa da empresa de usar inteligência artificial em um programa do governo dos Estados Unidos. Chamado de Project Maven, a iniciativa tenta melhorar a precisão de ataques com drones.

O protesto levou alguns funcionários a pedir demissão, segundo veículos de imprensa especializados. O movimento reflete um movimento de especialistas contrários ao desenvolvimento de armas inteligentes ou, como são chamados, os “robôs assassinos” (veja vídeo abaixo).

Em resposta, o Google garantiu que não renovará o contrato assinado com o Pentágono, que expirará no ano que vem. Além disso, o presidente-executivo da empresa, Sundar Pichai, divulgou uma série de regras para o uso apropriado da inteligência artificial.

O executivo lista sete regras, que obrigam que as plataformas de inteligência artificial da empresa:

Além disso, o executivo reafirmou que a empresa não pretende usar a inteligência artificial em “armas e outras tecnologias cujo principal objetivo ou implementação seja causar ou diretamente facilitar ferimentos em pessoas” ou para criar sistemas “que causem dano”.

O CEO do Google ressaltou ainda que também não permitirá que essa tecnologia “compile ou utilize informações de forma que viole normas internacionais aceitas”.



DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here