O jogo exclusivo de PlayStation 4 está sendo desenvolvido pelo estúdio Sucker Punch, o mesmo da série “Infamous, e ganhou uma demonstração inédita na E3 2018. Ainda não há data de lançamento confirmada.

“A abertura dessa demo é minha homenagem à Kurosawa. Ele era o rei das composições em movimento”, diz Billy Harper, diretor de sequências cinematográficas de “Ghost of Tsushima”, em uma apresentaçao do jogo ao G1 na feira de Los Angeles (EUA).

Mas além da influência do cinema também tem tecnologia.

As paisagens serenas e bucólicas do Japão feudal do jogo são a todo tempo contrastadas com a violência explícita desse mundo. Um novo sistema desenvolvido pela Sucker Punch recria de forma dinâmica o comportamento de fluidos como sangue e lama, deixando em evidência os rastros das batalhas.

Nesse momento, o protagonista Jin enfrenta um bando de adversários e Harper se lembra de outra grande influência: “13 assassinos” (1963), filme de Eiichi Kudo que acompanha um grupo de samurais numa missão para assassinar um lorde japonês e proteger seu código de honra.

De acordo com Harper, Jin é um dos poucos guerreiros da ilha que sobreviveu ao ataque do exército mongol na praia de Tsushima. E é andando pelas sombras – daí o “ghost” (fantasma, em tradução) no título – que ele vai aprender técnicas pouco ortodoxas para defender seu povo.

“Ghost of Tsushima” recebeu elogios pela beleza gráfica da demo, e os paparicos devem aumentar nesse sentido até o lançamento. De acordo com Harper, a sequência apresentada é de uma missão secundária do jogo. É que “Ghost of Tsushima” é um game de mundo aberto, com vários tipos de atividades.

Nesse sentido, o trabalho anterior nos jogos “Infamous”, também em mundos abertos, ajudou a Sucker Punch a criar um mapa do tipo no Japão feudal. Mas não sem antes enfrentar certos desafios.



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