O R7 testou o Galaxy S9, o modelo mais potente já desenvolvido pela Samsung. Após o fracasso do Galaxy Note 7, em 2016, e da retomada de reputação com o S8, em 2017, a fabricante sul-coreana desenvolveu um aparelho com muitas qualidades. Conheça as respostas para as principais dúvidas de todo usuário na hora de comprar um novo smartphone.


É bonito?


O que mais chama a atenção no Samsung Galaxy S9 ao abrir a caixa é a sensação de ter em mãos um Samsung Galaxy S8. O design praticamente não mudou nada de uma versão para a outra, mas o aparelho continua bonito e elegante. 


A tela de 5,8 polegadas ocupa quase toda a parte frontal do aparelho com margens bem finas nas laterais e estreitas embaixo e em cima. O display infinito passa a sensação de profundidade.


A estrutura é de metal e a parte traseira tem vidro no acabamento, que suja e fica com marcas de dedo facilmente. Mesmo assim, proporciona um visual interessante. As três cores disponíveis são: preto, cinza-titânio e ultravioleta.


É seguro?


O Samsung Galaxy tem cinco itens de segurança que impedem outras pessoas de acessarem as informações salvas no aparelho. Além do tradicional padrão de pontos e da senha numérica, há também o reconhecimento facial, a leitura da íris e o sensor de impressão digital.


O reconhecimento facial é prático e funciona inclusive em ambientes mais escuros, mas não deve ser usado como a única maneira para desbloquear a tela. A própria fabricante alerta sobre a possibilidade de uma foto ser usado para enganar o sistema.







É aconselhável usar o leitor de íris, a parte colorida dos olhos, conjuntamente. O funcionamento desse recurso de segurança é bem aceitável, mas é um pouco mais demorado de registrar e o reconhecimento é mais lento.


O uso da digital para desbloquear o celular está presente em diversos outros smartphones. No S9, o sensor fica na parte traseira logo abaixo da câmera. Durante os testes do R7, o uso da digital sujou o vidro da câmera com uma certa frequência. Com a prática, fica mais fácil encontrar o local exato sem olhar, mas até lá o dedo na câmera é quase inevitável.


Posso tirar fotos?


A câmera é realmente muito divertida. São 8 modos de uso da câmera: food, panorâmica, pro, foco seletivo, automático, super slow e timelapse.


Os 12 megapixels da câmera traseira são mais do que suficiente para fotos com muita ou com pouca luz. 


O super slow é uma função que não está presente na maioria dos smartphones, mas também não faz muita diferença no uso cotidiano. Eventualmente, pode ser legal registrar um momento nos mínimos detalhes.


Para quem gosta de postar fotos de comida nas redes sociais, a função food e o foco seletivo podem ajudar a “ganhar likes”.







Se você sabe fazer os ajustes manualmente de uma câmera profissional, o modo pro pode ser útil por oferecer uma experiência parecida. Claro que não dá para substituir uma pela outra, mas permite cliques mais bem acabados.


Já a câmera frontal dá conta de tirar boas selfies com seus 8 megapixels.







O S9 não tem o controle de entrada de luz que o S9+ tem, esse o principal diferencial desenvolvido pela Samsung em comparação com outras fabricantes. 


E o AR emoji?


A Samsung criou um emojis em 3D que reproduzem a imagem do usuário na tela do celular e pode ser enviado para amigos como se fosse um emoji. É divertido, mas é só isso mesmo. Vale experimentar e brincar um pouco por ser algo diferente. Nada de mais.







Tem som stéreo?


A qualidade do som do S9 é notável. As saídas de som localizadas próximo da entrada do carregador e na parte de cima da tela são suficientes escutar músicas e até jogar.


Diferentemente de outras concorrentes, a Samsung mantém a entrada de fone de ouvido em toda a linha de smartphones. Isso dá mais liberdade para você escolher um fone de qualquer marca e modelo.


O fone que vem na caixa do S9 é da marca AKG e tem ótima qualidade de som e de fabricação. O encaixe no ouvido é bom e isola bem o ruído externo. O fio encapado com tecido dificulta nós na hora de guardar e deixa o produto bem resistente.







Dá para jogar?


O processador Qualcomm Snapdragon 845 consegue rodar sem dificuldade jogos pesados como Asphalt 8 e Fifa. A qualidade dos gráficos na tela Amoled é muito boa e parece até um videogame de verdade.


Os 4 Gb de RAM também são suficientes e não impedem o funcionamento de qualquer aplicativo ou recurso, mesmo com uso intenso .


A memória interna máxima de fábrica é de 128 Gb, mas pode ser expandida com um cartão micro SD. O único problema é que a entrada do cartão de memória é a mesma do segundo chip. Ou seja, se você precisa de dois números e de duas operadoras, não poderá expandir a capacidade de armazenamento do S9.


Pode molhar?


O Samsung Galaxy S9 é resiste à água. Isso não quer dizer que você pode fazer mergulhos para tirar fotos de peixes ou praticar esporte rádicais em rios e cachoeiras.


A fabricante garante que tudo continuará funcionando se o celular ficar somente 30 minutos a uma profundidade de até 1,5 metro de água. Qualquer outro líquido pode causar danos. 


A bateria dura o dia inteiro?


A bateria tem uma duração bem satisfatória para o uso cotidiano. Ligações eventuais, envios de mensagens por aplicativos e uma ou outra partida de um jogo não são o bastante para consumir toda a carga. Mas, se for necessário ligar o S9 na tomada no meio do dia, o carregamento é bem mais rápido do que a média.


Quanto custa?


O preço é o principal ponto negativo do S9 e pode fazer a diferença na hora de escolher um novo smartphone. O modelo topo de linha da Samsung pode ser encontrado por R$ 4.899, se for a versão S9+, ou por R$ 4.299, no caso do S9, de acordo com o preço divulgado pelo site oficial da marca. Se o preço não for um grande problema para você, é uma ótima pedida.



DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here