Além de ser seu primeiro trabalho após a Microsoft anunciar a aquisição da empresa, “Forza Horizon 4” representa uma volta para casa. Isso porque o cenário escolhido para o festival de velocidade deste ano é a própria Grã-Bretanha.

“Fora de casa, precisamos perguntar para os estrangeiros como são os lugares que queremos recriar”, afirma Ben Penrose, diretor de arte na Playground Games, durante apresentação do jogo ao G1 na E3 2018.

Penrose diz que, por conta disso, “Forza Horizon 4” é acima de tudo um “trabalho de paixão”. E que a opção pela terra natal foi óbvia quando a principal novidade desenvolvida pela área de pesquisa do estúdio nos últimos anos é uma mecânica climática avançada.

Em “Forza Horizon 4”, as quatro estações do ano acontecem de verdade. Cada uma delas dura uma semana, reflete as partidas de todos os jogadores ao mesmo tempo e afeta não só a aparência dos cenários, mas variáveis como a aderência dos pneus às pistas.

No inverno, por exemplo, pode-se ouvir o sopro do vento com destaque. Já as folhas que povoam as estradas no outono conseguem atrapalhar a tração dos carros.

O novo game também segue a tendência de mundos permanentemente online, apesar de a opção de partidas solo existir. De acordo com a Playground Games, todos os carros que aparecem no mapa de “Forza Horizon 4” são controlados por jogadores de verdade, e não pela máquina.

São até 72 veículos por cada sessão online, e um único baita recurso contra quem gosta de atrapalhar a partida dos outros: o “auto-ghost”.

Ele permite que você aviste todos os carros que estão em uma mesma sessão do game. Mas todos eles ficam “invisíveis” ao contato, a não ser que você os adicione ao seu grupo de jogo. É a ferramenta perfeita anti-trollada.



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