A Amazon reconheceu o problema, que descreveu nesta quinta-feira (24) como uma “improvável… série de eventos”, que fizeram a Alexa enviar gravações de áudio da família para seus contatos de forma aleatória. O episódio revelou como a Alexa pode interpretar mal as conversas e considerar como um pedido algo que não teve essa intenção.

Segundo o site local KIRO 7, uma mulher que tinha dispositivos da Amazon em casa foi avisada por um funcionário de seu marido no começo de maio que a Alexa tinha gravado uma conversa de sua família sobre pisos de madeira e enviado para ele. “Eu me senti invadida”, disse a mulher, identificada apenas como Danielle, segundo a reportagem.

A Alexa, presente nas caixas de som Echo e outros aparelhos da Amazon, começa a gravar depois de ouvir seu nome ou outra “palavra de ativação” selecionada por usuários. Isso significa que uma expressão parecida com Alexa, mesmo falada em um comercial de TV, pode ativar o dispositivo. A Amazon disse que foi isso que aconteceu no incidente.

“Conversa subsequente foi ouvida como um pedido de ‘enviar a mensagem'”, informou a empresa, em nota. “Naquele ponto, Alexa disse em voz alta ‘para quem?’ e a conversa de fundo foi interpretada como um nome na lista de contatos do cliente.”

A Amazon acrescentou que a empresa está “avaliando as opções para tornar esse caso ainda menos provável.”

A segurança é crucial para a Alexa, diz a Amazon, que que tem a ambição de tornar o dispositivo onipresente — seja controlando as luzes para os clientes ou fazendo pedidos junto à maior varejista online no mundo.



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