O Facebook foi suspenso por um mês na Papua-Nova Guiné para que seja avaliado o impacto da rede social na população.


“Nesse período, será possível coletar informações e identificar as pessoas por trás de perfis falsos e os usuários que compartilham pornografia e notícias falsas. Assim, será possível avisar ao Facebook que sejam removidos”, explicou o ministro das comunicações do país, Sam Basil, ao jornal local Post-Courier



A suspensão da rede social de Mark Zuckerberg é permitida pela constituição do país desde 2016, quando foi aprovada uma lei para combater crimes cibernéticos.


O Facebook sofre pressões das autoridades para combater a propagação de notícias falsas e para proteger os dados dos usuários. As cobranças aumentaram depois de o vazamento de informações pessoais de mais de 87 milhões de perfis pela consultoria política Cambridge Analytica.


As informações obtidas de forma irregular foram utilizadas para montar um banco de dados e tentar influenciar a opinião pública pela internet. Investiga-se a interferência da consultoria na campanha presidencial de Donald Trump e no plebiscito do Brexit, que decidiu pela saída do Reino Unido da União Europeia.


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