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A “recauchutagem” de clulas de defesa do corpo a nova aposta no arsenal de combate ao vrus HIV.

At o momento, esse mesmo processo era usado para tratamentos mais efetivos contra alguns tipos cncer. Em casos de leucemia linfoide aguda, por exemplo, os resultados do tratamento foram animadores.

O procedimento, de maneira geral, consiste em alterar as clulas de defesa do corpo humano (os linfcitos T, transformando-os em clulas CAR-T) para que elas se liguem a um alvo e o destruam.

No caso do vrus causador da Aids, os pesquisadores apostaram na produo de clulas-tronco sanguneas capazes de dar origem a clulas CAR-T com “encaixes” para a molcula CD4 -estrutura presente na superfcie de clulas de defesa as quais o HIV se liga.

As molculas de defesa geneticamente modificadas pelos pesquisadores tambm se ligam ao CD4. Dessa forma, quando o HIV se prende essa estrutura, as CAR-T ativam o sistema imunolgico, e o vrus invasor destrudo.

Segundo os cientistas, as clulas modificadas tiveram sucesso ao destruir o HIV. Nos testes em primatas, os cientistas conseguiram a produo contnua de clulas modificadas por dois anos.

As novas clulas apresentaram boa distribuio em tecidos linfticos e no sistema gastrointestinal, locais que normalmente so usados pelo vrus para sua multiplicao.

O estudo foi publicado na ltima quinta (28), na revista cientfica “PLOS Pathogens” e financiado pela Amfar e pelos Institutos Nacionais de Sade (NIH), dos EUA.



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