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A Apple permitiu recentemente que seus fornecedores reduzam a precisão do sistema de reconhecimento facial do iPhone X para acelerar a produção do celular, informou a “Bloomberg News” nesta quarta-feira (25), citando pessoas familiarizadas com o assunto.

O sistema Face ID –que está entre as características mais comentadas do novo iPhone X de US$ 999– usa o padrão matemático de rostos dos usuários para permitir que acessem seus telefones ou paguem por produtos.

A empresa tem enfrentado uma série de problemas com o último conjunto de celulares que lançou em 12 de setembro, com os iPhones 8 e 8 Plus tendo baixa demanda e a mídia e analistas sugerindo planos de redução de entregas do iPhone X.

Dias antes do início das pré-vendas do iPhone X, pesquisa da corretora Bernstein mostrou que a demanda pelo aparelho será elevada, mas não excepcional, com um quarto dos consultados respondendo que planeja comprar o novo celular da Apple.

A pré-venda começa em 27 de outubro e o envio dos aparelhos inicia em 3 de novembro. A ansiedade pelo produto já reduziu a demanda pelo modelo anterior, iPhone 8 e iPhone 8 Plus.

As ações da Apple caíram na semana passada após notícias de atrasos na produção do iPhone X e vendas fracas do modelo 8.

“O entusiasmo em torno do iPhone X parece estar mais elevado que a intenção atual de compra; 48% dos respondentes concordam que estão animados com o iPhone X”, disse a Bernstein, citando pesquisa com 1.112 donos de iPhones nos Estados Unidos, Reino Unido e China.

A Apple lançou o iPhone 8 e o modelo 8 Plus no mês passado e teve uma recepção discreta, enquanto fãs aguardam o lançamento do iPhone X. Uma pesquisa da corretora KeyBanc Capital Markets afirma que as vendas do modelo 7 estão superando as vendas da edição 8 do aparelho.

Apesar de não estar claro ainda quantos usuários do iPhone vão migrar para o modelo X, a grande maioria ainda vai se manter fiel ao produto da Apple, segundo a pesquisa.

“A lealdade dos consumidores em torno do iPhone continua forte apesar de queixas persistentes sobre preços elevados e preocupações sobre queda na inovação. Apenas 3% dos participantes da pesquisa afirmaram que seu próximo celular não será um iPhone”, afirmou a Bernstein.

A Apple não pôde ser contatada imediatamente para comentar o assunto.



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