O Flash Player deve ser atualizado automaticamente nos sistemas vulneráveis, mas o programa também pode ser baixado diretamente no site da Adobe.

A exploração brecha estava ocorrendo de forma “limitada” por meio de documentos do Microsoft Office. Nesses ataques, os hackers costumam enviar documentos por e-mail a funcionários de empresas. Quando o funcionário abre o documento contido no e-mail, o documento inicia a animação em Flash e a rede da empresa é contaminada por um vírus com a exploração da vulnerabilidade.

No fim de maio, a Microsoft anunciou a medida de bloquear o Flash Player no Office 365, a versão de assinatura do Office. O bloqueio deve valer para todos os clientes até janeiro de 2019, antecipando a data de fim de suporte ao Flash, que deve chegar em 2020.

O Flash ficou famoso como plug-in em navegadores web, usado para reproduzir animações e vídeo. A função do programa foi completamente substituída pelo HTML 5, uma tecnologia normatizada e própria dos navegadores, ou seja, não depende um software alheio ao próprio navegador web.

A primeira grande plataforma a abandonar o Flash foi o iOS, o sistema usado pelo iPhone, da Apple. Sites foram obrigados a iniciar uma adaptação e não mais depender da tecnologia. Essa migração continua até hoje, mas já é possível navegar na web sem o Flash e os principais navegadores (Safari, Chrome, Edge e Firefox) já realizam bloqueios parciais da tecnologia na configuração de fábrica.



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